Pequenos depoimentos sobre grandes resultados

“ATT”

Sua irmã, AGL, depois de internação por dois anos, não apresentava melhora significativa. Continuava com a mesma “fisionomia de ausência”. ATT confessa que perdera as esperanças e sofria pelo transtorno mental que acometia AGL prejudicando a vida familiar e social da irmã, além de incapacitá-la para o trabalho.

ATT teve oportunidade de assistir a uma palestra no Instituto Capta, em fins de 1998, e ganhou novo ânimo. No início de 1999, levou AGL para o Instituto, e AGL submeteu-se à primeira Captação e foi apresentando visíveis sinais de melhora ao longo da série de terapias.

Um dramático episódio traumatizou e desestabilizou AGL. A irmã que lhe dava tanto apoio, ATT, levou um tiro durante assalto. Novo ciclo de Captações foi necessário para AGL, incluindo Captações a distância pois ela se recusava a ir ao Instituto Capta.

Houve, porém, um momento em que a própria ATT sentiu-se fragilizada e seguiu a recomendação para que ela mesma se submetesse a Terapia Regressionista, com Captações. Deu-se bem e hoje volta a Captações semanais ou quinzenais buscando alívio quando sente algum mal estar físico ou emocional, principalmente por situações vividas no ambiente de trabalho.

Mas os impactos emocionais sobre ATT sempre foram severos e não se restringiram ao caso de AGL. Também teve que dar apoio ao irmão CLS que foi passivo espectador do afogamento de outro irmão. Nada pôde fazer para resgatar o rapaz que pedia socorro.

As Captações de AGL foram conduzidas a distância, uma vez que ele não aceitava a idéia de terapia, mas ao sentir melhoras, convenceu-se e passou a freqüentar o Instituto Capta.

Este é um caso de envolvimento de três membros de uma família que se beneficiaram do trabalho conduzido no Instituto Capta.


“RCD”

Este paciente é atendido no trabalho integrado do Instituto Capta com a Clínica São Lucas, especializada na recuperação de dependentes químicos. Superou a fase crítica, já não é usuário de cocaína graças à sua determinação pessoal, apoiada pela assistência psiquiátrica e psicológica que recebeu na Clínica.

RCD continua o tratamento de manutenção da abstinência com os recursos médicos complementados pelas sessões de Captação com supervisão psiquiátrica.

Confessa que as sessões de Captação lhe trazem grande alívio, estabilidade emocional, e nova energia que reforça sua exemplar determinação no abandono da droga.

RCD parece confirmar a observação em matéria sobre dependência numa revista americana de divulgação científica em edição recente: “os adictos têm êxito quando reconhecem que a dependência interfere negativamente em coisas que lhes representam valores e desenvolvem a confiança na real possibilidade de mudança”.

De fato, a orientação da Clínica São Lucas parte do princípio das “razões para viver”, o que RCD descobriu no auto-conhecimento adquirido nas Captações.

Resgatando valores pessoais e a auto-estima, com o suporte médico necessário, RCD mantém a abstinência de modo exemplar.

O caso RCD coloca entre tantas indicações, mais uma aplicação bem sucedida da Captação e da Terapia Regressionista por meio de acesso direto ao inconsciente.


“MDB”

Dona de rica bagagem de conhecimentos científicos em sua área e excelente currículo de docência, a dra. MDB teve o privilégio de ter um cargo de alto prestígio criado para ela numa das mais importantes instituições de ensino superior do país.

Mas para assumir a nova posição, MDB deveria, ainda, submeter-se a provas finais de capacitação acadêmica e apesar de dispor da documentação necessária, sempre surgiam obstáculos de natureza burocrática que se sucediam inexplicavelmente.

MDB notou em determinado momento que tais impasses tinham uma origem única. Provinham de alguém, depois identificado, que fazia exigências descabidas e protelatórias, que já ultrapassavam qualquer possibilidade de excesso de zelo.

Veio, então, a feliz oportunidade de MDB tomar conhecimento do Instituto Capta e suas propostas terapêuticas. As Captações revelaram a presença das chamadas “energias intrusas”, projeções muitas vezes inconscientes de sentimentos negativos, naturalmente prejudiciais.

Nas Captações, as vibrações adversas surgiam nas manifestações do Sensitivo e se esgotaram ao final de poucas sessões. Assim, com o “obstáculo mental” removido, a dra. MDB pôde chegar à fase final do processo e com louvor, foi aprovada.

Confiante nos bons resultados da Captação, ela agora tem sessões periódicas para manutenção do bem-estar e leva uma sobrinha, médica, para tratamento que já vem mostrando resultados e em breve constituirá mais um caso de sucesso no Instituto Capta.